O Narrador Sugere Que O Cortiço Garantiu O Enriquecimento

Reza February 16, 2023
Taís Gasparetti O Cortiço Edição, introdução, complemento de leitura

No romance “O Cortiço” de Aluísio Azevedo, o narrador sugere que o cortiço garantiu o enriquecimento de alguns personagens da história. O livro é um retrato da vida na cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX. O cortiço é o cenário principal da história e é onde se desenvolve grande parte das tramas e dos conflitos que os personagens enfrentam.

O Cortiço

O Cortiço é um ambiente caótico, sujo e cheio de gente. É um lugar onde as pessoas vivem em condições precárias, muitas vezes sem acesso a serviços básicos como água e saneamento. O cortiço é um lugar onde as pessoas lutam para sobreviver e onde a miséria é constante.

No entanto, o cortiço também é um lugar onde algumas pessoas conseguem enriquecer. É um lugar onde a economia informal floresce e onde os negócios prosperam. Os personagens do livro que conseguem enriquecer no cortiço são os que conseguem encontrar oportunidades em meio à pobreza e à miséria.

Os Personagens que Enriquecem no Cortiço

Um dos personagens que enriquece no cortiço é Miranda. Ele é o dono do armazém que fica no térreo do cortiço e é responsável por vender mantimentos e outras mercadorias para os moradores. Miranda é um homem inteligente e astuto que sabe como aproveitar as oportunidades que surgem no cortiço. Ele consegue montar um negócio bem-sucedido e, com isso, consegue enriquecer.

Outro personagem que enriquece no cortiço é Jerônimo. Ele é um homem forte e trabalhador que consegue emprego em uma pedreira. Como ele é um dos poucos moradores do cortiço que tem emprego fixo, ele consegue economizar dinheiro e, com isso, consegue comprar sua própria casa fora do cortiço. Jerônimo é um exemplo de como o trabalho duro pode levar à prosperidade, mesmo em um lugar tão difícil como o cortiço.

Outro personagem que enriquece no cortiço é Firmo. Ele é um homem que trabalha como capoeirista em uma casa de jogo de bicho. Firmo é um dos poucos moradores do cortiço que tem uma fonte de renda estável e, com isso, consegue se destacar dos outros moradores. Ele é um exemplo de como as habilidades físicas podem ser usadas para ganhar dinheiro em um ambiente hostil como o cortiço.

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A Realidade do Cortiço

Apesar de alguns personagens terem conseguido enriquecer no cortiço, a realidade da maioria dos moradores do cortiço é muito diferente. A maioria das pessoas que vive no cortiço está presa em um ciclo interminável de pobreza e miséria. Eles não têm acesso a serviços básicos como água potável, saneamento e assistência médica adequada. Eles vivem em condições precárias e muitas vezes são explorados por seus empregadores.

O cortiço é um lugar onde a vida é difícil e as perspectivas de melhoria são limitadas. É um lugar onde as pessoas são forçadas a lutar pela sobrevivência diariamente. A maioria dos moradores do cortiço não tem a oportunidade de enriquecer e muitos são incapazes de escapar do ciclo de pobreza que os mantém presos.

Conclusão

Em resumo, o narrador sugere que o cortiço garantiu o enriquecimento de alguns personagens da história. No entanto, é importante lembrar que esses personagens são a exceção, e não a regra. A maioria dos moradores do cortiço vive em condições precárias e enfrenta uma luta constante pela sobrevivência. O livro é um retrato da vida na cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX e mostra como a pobreza e a miséria eram uma parte integral da vida na cidade na época.

FAQs

1. O que é um cortiço?

Um cortiço é um tipo de habitação coletiva que era comum no Brasil no final do século XIX e início do século XX. Os cortiços eram construções precárias que abrigavam várias famílias em pequenos quartos. Eles eram frequentemente superlotados e não tinham acesso a serviços básicos como água potável e saneamento.

2. Por que o cortiço era um lugar tão difícil para se viver?

O cortiço era um lugar difícil para se viver porque as condições de vida eram precárias. Os moradores do cortiço não tinham acesso a serviços básicos como água potável e saneamento. Além disso, o cortiço era frequentemente superlotado e as pessoas viviam em pequenos quartos apertados. A maioria dos moradores do cortiço era pobre e não tinha acesso a empregos bem remunerados.

3. Como o livro “O Cortiço” retrata a vida na cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX?

O livro “O Cortiço” retrata a vida na cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX como sendo marcada pela pobreza e pela miséria. O cortiço é o cenário principal da história e é onde se desenvolve grande parte das tramas e dos conflitos que os personagens enfrentam. O livro mostra como as pessoas lutavam para sobreviver em condições precárias e como a pobreza era uma parte integral da vida na cidade na época.

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Reza Herlambang

Eu sou um escritor profissional na área de educação há mais de 5 anos, escrevendo artigos sobre educação e ensino para crianças na escola.

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