Mapa Mental De Orações Subordinadas Substantivas

Reza January 1, 2022
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As orações subordinadas substantivas são aquelas que exercem a função de um substantivo na oração principal. Isso significa que elas podem ser o sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal ou aposto da oração principal. As orações subordinadas substantivas são introduzidas por conjunções subordinativas, como “que”, “se”, “como”, “quando”, entre outras.

Para entender melhor as orações subordinadas substantivas, podemos criar um mapa mental que nos ajuda a visualizar as diferentes funções que elas podem exercer na oração principal.

Oração Subordinada Substantiva como Sujeito

Quando a oração subordinada substantiva exerce a função de sujeito da oração principal, ela é introduzida pela conjunção “que”. Veja o exemplo:

  • Que ele vença o jogo é o nosso desejo. (Oração subordinada substantiva como sujeito)

Nesse exemplo, a oração subordinada “que ele vença o jogo” é o sujeito da oração principal “é o nosso desejo”.

Oração Subordinada Substantiva como Objeto Direto

Quando a oração subordinada substantiva exerce a função de objeto direto da oração principal, ela é introduzida pelas conjunções “que” e “se”. Veja os exemplos:

  • Eu não sabia que ela tinha um filho. (Oração subordinada substantiva como objeto direto)
  • Eu me perguntava se ele viria à festa. (Oração subordinada substantiva como objeto direto)

Nesses exemplos, as orações subordinadas “que ela tinha um filho” e “se ele viria à festa” são os objetos diretos das orações principais “Eu não sabia” e “Eu me perguntava”, respectivamente.

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Oração Subordinada Substantiva como Objeto Indireto

Quando a oração subordinada substantiva exerce a função de objeto indireto da oração principal, ela é introduzida pela conjunção “se”. Veja o exemplo:

  • Eu não sei se lhe agradeci pelo presente. (Oração subordinada substantiva como objeto indireto)

Nesse exemplo, a oração subordinada “se lhe agradeci pelo presente” é o objeto indireto da oração principal “Eu não sei”.

Oração Subordinada Substantiva como Complemento Nominal

Quando a oração subordinada substantiva exerce a função de complemento nominal da oração principal, ela é introduzida pelas conjunções “que” e “se”. Veja os exemplos:

  • Eu tenho a certeza de que ele vai chegar cedo. (Oração subordinada substantiva como complemento nominal)
  • Eu tenho a esperança de que tudo vai dar certo. (Oração subordinada substantiva como complemento nominal)

Nesses exemplos, as orações subordinadas “que ele vai chegar cedo” e “de que tudo vai dar certo” são os complementos nominais das orações principais “Eu tenho a certeza” e “Eu tenho a esperança”, respectivamente.

Oração Subordinada Substantiva como Aposto

Quando a oração subordinada substantiva exerce a função de aposto da oração principal, ela é introduzida pela conjunção “que”. Veja o exemplo:

  • Minha maior preocupação, que ela não volte a tempo, não se confirmou. (Oração subordinada substantiva como aposto)

Nesse exemplo, a oração subordinada “que ela não volte a tempo” é o aposto da oração principal “Minha maior preocupação”.

Conclusão

As orações subordinadas substantivas são importantes elementos da língua portuguesa, pois permitem que a comunicação seja mais precisa e complexa. Ao entender as diferentes funções que elas podem exercer na oração principal, podemos criar textos mais claros e coesos.

FAQs

1. Qual é a diferença entre uma oração subordinada substantiva e uma oração subordinada adjetiva?

A principal diferença entre esses dois tipos de orações é a função que elas exercem na oração principal. Enquanto a oração subordinada substantiva age como um substantivo, exercendo funções como sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal ou aposto, a oração subordinada adjetiva age como um adjetivo, acrescentando informações sobre o substantivo da oração principal.

2. Como identificar uma oração subordinada substantiva em um texto?

Para identificar uma oração subordinada substantiva em um texto, é preciso procurar por conjunções subordinativas que introduzem essas orações, como “que”, “se”, “como”, “quando”, entre outras. Além disso, é importante observar a função que a oração exerce na oração principal, para determinar se ela age como sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal ou aposto.

3. Como usar o mapa mental de orações subordinadas substantivas?

O mapa mental de orações subordinadas substantivas pode ser usado como uma ferramenta visual para entender melhor as diferentes funções que essas orações podem exercer na oração principal. Ao criar um mapa mental, é possível organizar as informações de forma clara e concisa, o que pode ajudar na hora de escrever textos mais coesos e precisos.

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Reza Herlambang

Eu sou um escritor profissional na área de educação há mais de 5 anos, escrevendo artigos sobre educação e ensino para crianças na escola.

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