A Adrenalina Tem Fórmula Estrutural Dada Abaixo

Reza December 21, 2021
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A adrenalina é um hormônio e um neurotransmissor produzido pelas glândulas adrenais, localizadas próximas aos rins. Este composto químico é responsável por preparar o organismo para situações de estresse ou emergência, aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e a dilatação dos bronquíolos, entre outras ações fisiológicas.

Fórmula estrutural da adrenalina

A fórmula estrutural da adrenalina é:

Fórmula estrutural da adrenalina

Esta fórmula representa a estrutura química da adrenalina, mostrando a disposição dos átomos de carbono, hidrogênio, nitrogênio e oxigênio que compõem a molécula.

A adrenalina é classificada como uma catecolamina, que é um tipo de amina bioativa com um anel de benzeno e um grupo hidroxila (-OH) em posições específicas. A adrenalina também é um estereoisômero, o que significa que existem duas formas diferentes de sua molécula que são espelhadas uma na outra, mas não são superponíveis.

Propriedades físicas e químicas da adrenalina

A adrenalina é um líquido cristalino incolor ou levemente amarelado, com um odor leve. É solúvel em água e em solventes orgânicos polares, como etanol e clorofórmio.

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Esta substância é altamente instável e facilmente oxidável, o que significa que pode se decompor rapidamente em presença de ar ou luz. A adrenalina é também sensível a mudanças de pH, temperatura e pressão, o que pode afetar suas propriedades químicas e biológicas.

Algumas das propriedades químicas da adrenalina incluem:

  • Atua como um ácido fraco, perdendo um próton em soluções alcalinas
  • Pode formar complexos com íons metálicos, como cobre e ferro
  • É oxidável por agentes oxidantes, como o permanganato de potássio
  • Pode sofrer reações de esterificação e alquilação com ácidos e haletos de alquila

Funções da adrenalina no organismo

A adrenalina desempenha várias funções importantes no organismo humano, incluindo:

  • Aumento da frequência cardíaca e da força de contração do coração, para aumentar o fluxo sanguíneo para os músculos e o cérebro
  • Aumento da pressão arterial, para garantir que o sangue chegue a todos os tecidos do corpo
  • Dilatação dos bronquíolos, para aumentar a entrada de oxigênio nos pulmões e melhorar a respiração
  • Estimulação da liberação de glicose pelo fígado, para fornecer energia aos músculos em atividade
  • Inibição da contração do músculo liso intestinal, para desviar o fluxo sanguíneo para outros órgãos
  • Vasoconstrição dos vasos sanguíneos em áreas não essenciais, como a pele e os órgãos digestivos, para desviar o sangue para os músculos e o cérebro
  • Melhora da atenção, da memória e da cognição, para aumentar a capacidade de lidar com situações de estresse
  • Supressão do sistema imunológico, para priorizar a resposta ao estresse agudo

Uso médico da adrenalina

A adrenalina é frequentemente utilizada em medicina para tratar condições como:

  • Anafilaxia: uma reação alérgica grave que pode causar choque anafilático, falta de ar, inchaço da língua e da garganta, entre outros sintomas
  • Asma: uma doença pulmonar crônica que causa inflamação e estreitamento dos brônquios, dificultando a respiração
  • Parada cardíaca: uma condição em que o coração para de bater e a circulação sanguínea cessa
  • Arritmias cardíacas: alterações no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos que podem causar sintomas como palpitações, tontura e desmaios

Em todos esses casos, a adrenalina é administrada por via intravenosa, intramuscular ou subcutânea, dependendo da gravidade da situação. A dosagem e a frequência da administração devem ser cuidadosamente controladas para evitar efeitos colaterais indesejados.

Efeitos colaterais da adrenalina

Embora a adrenalina seja um composto químico natural produzido pelo organismo, seu uso médico pode causar alguns efeitos colaterais indesejados, como:

  • Palpitações, taquicardia e aumento da pressão arterial
  • Tremores, ansiedade e inquietação
  • Dificuldade para respirar, especialmente em pessoas com asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
  • Dor de cabeça, náusea e vômito
  • Sudorese e rubor facial
  • Arritmias cardíacas e parada cardíaca, em casos extremos

Esses efeitos colaterais podem ser mais comuns em pacientes com sensibilidade à adrenalina ou em doses muito altas. Por isso, é importante que a administração seja feita por um profissional de saúde capacitado e que o paciente seja monitorado de perto durante e após o procedimento.

Conclusão

A adrenalina é uma substância química importante para o funcionamento do organismo humano, especialmente em situações de estresse ou emergência. Sua fórmula estrutural representa a disposição dos átomos que compõem a molécula, e suas propriedades físicas e químicas são determinantes para seu uso médico e seus efeitos colaterais.

Embora seja um composto naturalmente produzido pelo organismo, a adrenalina pode causar efeitos colaterais indesejados em doses elevadas ou em pacientes sensíveis. Por isso, seu uso deve ser sempre controlado e monitorado por um profissional de saúde capacitado.

FAQs

1) A adrenalina é uma droga?

A adrenalina não é uma droga no sentido comum do termo, mas é uma substância química usada em medicina para tratar condições como asma, anafilaxia, parada cardíaca e arritmias cardíacas.

2) A adrenalina pode causar dependência?

Não há evidências de que a adrenalina possa causar dependência física ou psicológica em pacientes que a utilizam para fins médicos. No entanto, seu uso indevido ou abusivo pode ter efeitos colaterais graves e até mesmo levar à morte.

3) A adrenalina é produzida apenas pelo corpo humano?

Não, a adrenalina também é produzida por outros animais, como mamíferos, aves, répteis e peixes. Em muitos casos, a adrenalina tem uma função semelhante à que desempenha no organismo humano, ajudando a preparar o animal para situações de perigo ou estresse.

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Reza Herlambang

Eu sou um escritor profissional na área de educação há mais de 5 anos, escrevendo artigos sobre educação e ensino para crianças na escola.

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